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A receita do Francisco

“ RECEITA DA ALEGRIA” 1 Colher de sopa de boa disposição 1 Colher de sopa de alegria 1 Colher de sopa de felicidade 1 Colher de chá de tolerância 1 Colher de chá de saudade Descontração qb e Bons Momentos qb Bate-se tudo junto, mistura-se com 1 copo de leite , m uita Amizade, Compreensão e muito Amor. Vai ao forno 45 minutos, até cozer.   Francisco Vieira                                                   

A receita da Lara

Bolo de alegria Ingredientes: - 3 colheres de humor - 2 canecas de alegria - 1 colher de amor - 0,8 ml de carinho em pó - 1 malga de felicidade - 1,5 ml de respeito - 8 colheres de ternura Preparação: Numa tigela grande mistura-se o humor com alegria e o amor. De seguida, junta-se a felicidade com o respeito e a ternura. Leva-se ao forno a 250º . Ao retirar do forno polvilha-se com o carinho em pó.  Lara Marques 

Uma receita da Adriana ...

Cupcakes da Felicidade  Ingredientes:  - 200g de tolerância - 300g de amizade - 100g de sorrisos - 100g de extrato de alegria - q.b. de paciência Cobertura: - q.b. de amor - q.b. de mimos - q.b. de extrato de felicidade Preparação: Numa tigela grande, mistura a amizade com a paciência. Adiciona os sorrisos, um a um, batendo bem à medida que os adicionas. Junta a tolerância e por fim, o extrato de alegria. Mexe muito bem. Deita em forminhas e leva ao forno durante 10 minutos. Deixa arrefecer e retira-os da forma. Para a cobertura, bate muito bem os ingredientes até que fique uma mistura bem cremosa. Coloca num saco pasteleiro de boca larga. Põe os cupcakes em formas de papel, cobre com a cobertura e decora a teu gosto. Adriana Gomes Cardoso

A Cidade dos Afetos da Adriana

Há muito, muito tempo atrás, algures numa floresta encantada, existia uma cidade pequenina cheia de flores e jardins magníficos chamada "Cidade dos Afetos". Apesar de serem poucos, os habitantes tinham corações de ouro. Viviam em casas baixinhas, largas e de todas as cores. Eram sem dúvida bastante acolhedoras e confortáveis! Dizia-se que era uma cura muito boa para quem tinha mau-feitio, pois fazia com que as pessoas dessem mais valor ao que tinham e reduzia totalmente a inveja. E ainda há quem diga que ela existe mesmo! Adriana Gomes Cardoso

Anne Frank

DIA INTERNACIONAL DA MEMÓRIA DO HOLOCAUSTO 27 de janeiro de 2013 Inspirado livremente no romance de Alison Leslie Gold, o filme reconta a história de amizade entre Anne Frank e Hannah Goslar, uma das melhores amigas da garota que morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1945.

A Árvore das Palavras

Hoje contamos-lhe a história de uma árvore. Uma árvore que não é como as outras, aquelas que se veem nos jardins e da janela, que ondulam com a brisa e que nos deixam a suspeitar há quanto tempo estarão ali, quem as semeou, quantas histórias acolheram na sua sombra, quantas folhas deixaram cair com a tristeza dos que ali passaram e quantas folhas por ali nasceram e se recria ram, com o sorriso de cada criança que nela se agachou.   Esta é uma árvore com história. Bom, não é que cada árvore não tenha a sua história, mas a história desta árvore é verdadeiramente especial. Esta é uma árvore que nasceu na fantasia de alguém, num tempo que certamente está para lá do tempo como o conhecemos. Alguém que foi voando como os pássaros, pelas noites dentro e pelos dias, atravessando pontes e caminhos, tendo o Tejo como moldura para o tamanho imenso do seu imaginário.   E assim surgiu uma força, uma força maior do que si própria, que acreditava. E acreditava em coisas muito espec...

Um pouco mais sobre o livro de Altino do Tojal ...

  «Os putos – contos escolhidos» de Altino do Tojal   Altino do Tojal (n.1939) publicou em 1964 o livro de contos «Sardinhas e lua» que, a partir de 1973, mudou o título para «Os putos». Esta é a 30ª edição com 38 contos escolhidos entre os 145 da edição de 2001 da Imprensa Nacional – Casa da Moeda. O primeiro conto lê a infância: «Os crepúsculos eram negros, mas as manhãs… Enquanto a minha tia afligia os infelizes diabitos à sua mercê, entre quatro paredes sombrias forradas de velhos mapas rasgados, eu vadiava longe, na luminosidade mágica do dia, as mãos atrás das costas, as aletas do nariz palpitando a cada aragem resinosa, a guedelha tombada para os olhos como a crina dos póneis, gloriosamente sujo». O último lê a idade madura: «Além de velho, feio, azedo e doente, sou pobre. E tenho livros publicados, pois tenho, o que não me libertou da pobreza. Vê-se que nunca lidaste com editores. Publicam-me os livros, mas quanto a pagar… Editores, editores…» No intervalo surg...