Grande parte das pessoas que vivem no mundo hoje tem neofilia, um desejo incessante por novidade. Esta é uma das conclusões da jornalista e escritora de comportamento americana Winifred Gallagher em seu recente livro New: Understanding Our Need for Novelty and Change (Novo, Entendendo Nossa Necessidade de Novidade e Mudança, sem edição brasileira). Winifred recorre a disciplinas como neurociência, biologia evolutiva e psicologia para explicar por que temos essa quedinha natural por tudo o que é diferente. Segundo a autora — que classifica nossa atração por novidades em 3 graus (confira ao lado) —, a neofilia se baseia no que ela chama de emoções do conhecimento: a surpresa, a curiosidade e o interesse pelas coisas do mundo. “Assim como o pensamento, elas nos impulsionam a aprender”, diz. Essa vontade de conhecer o desconhecido tem seu lado positivo. Aliás, é ela que possibilita nossa capacidade de adaptação. Nos tempos das cavernas, ser neófilo era questão...
“ Queremos muito que este projecto se concretize e que passe de turma em turma, geração em geração, tornando-se uma fonte de criatividade e conhecimento, um exemplo que possa ser contemplado por todos. Contamos convosco, e queremos que saibam que também podem contar connosco para visitar, comentar, sugerir, aprender … “ Pedro Miguel